I used to have nightmares.
they started when I was a kid
I'd wake up screaming and had terrible headaches
it was hard for me to sleep since I was a boy
they followed through my teen years
and I strangely started to appreciate them
fond of their ways, their forms
putting them on a piece of paper made it worse
made them more real, more scary
so the screaming is easily heard even nowadays, a decade later
so I began to fear them
they started to control me
until I collapsed
later on, I got used to them
they were like siblings
you don't have to like them, but you learn to live with
little did I know
they are still here
every other night, or sometimes for a full month
they visit me and force me to remember who I am
but hey, I said "used to"
yeah, I know
that sounds weird
what I didn't know was
that after thousands of nightmares
hoping they'd go away
my life would become one
and this time I'm not sleeping,
and this time...
I can't wake up.
terça-feira, 18 de setembro de 2018
segunda-feira, 5 de março de 2018
domingo, 25 de fevereiro de 2018
aching
Parece que meu coração vai explodir!
Eu não aguento mais.
Eu não quero mais pensar em você.
Eu não quero mais imaginar como seria com você.
Eu não quero mais ter esperança de que temos uma chance.
Eu só quero poder te esquecer e seguir em frente.
Porque você fez isso comigo, loirinha?
Porque você não nos deu uma única chance?
Foi tudo que eu pedi, tudo que eu sempre quis.
UMA única chance, de verdade, tentando sem medo de dizer que me ama de volta.
Não é alguém.
Peloamor não é alguém.
Sua voz não sai da minha cabeça.
Suas palavras parecem tatuadas na minha mente.
Seu sorriso gravado nos meus olhos e eu não consigo dormir.
Por favor me deixa em paz, me deixa te esquecer.
Eu não paro de pensar em você.
Isso dói, isso é insuportável.
Eu não quero mais te amar.
Por favor me diz para parar de te amar.
Diga que nunca vai acontecer, que não vamos a lugar algum.
Misericórdia, eu te imploro!
Liberte-me.
Libere-me.
Ou me ame.
Eu não aguento mais.
Eu não quero mais pensar em você.
Eu não quero mais imaginar como seria com você.
Eu não quero mais ter esperança de que temos uma chance.
Eu só quero poder te esquecer e seguir em frente.
Porque você fez isso comigo, loirinha?
Porque você não nos deu uma única chance?
Foi tudo que eu pedi, tudo que eu sempre quis.
UMA única chance, de verdade, tentando sem medo de dizer que me ama de volta.
Não é alguém.
Peloamor não é alguém.
Sua voz não sai da minha cabeça.
Suas palavras parecem tatuadas na minha mente.
Seu sorriso gravado nos meus olhos e eu não consigo dormir.
Por favor me deixa em paz, me deixa te esquecer.
Eu não paro de pensar em você.
Isso dói, isso é insuportável.
Eu não quero mais te amar.
Por favor me diz para parar de te amar.
Diga que nunca vai acontecer, que não vamos a lugar algum.
Misericórdia, eu te imploro!
Liberte-me.
Libere-me.
Ou me ame.
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
Cometi um engano.
Eu achei que falar contigo ia deixar as coisas mais fáceis. Porém era mais fácil quando eu pensava que você me odiava.
E o pior: eu lembro de tudo.
Do primeiro encontro, com cerveja, batata frita e praia. Luar e um esconderijo atrás de um quisque fechado.
Do primeiro beijo, do meu coração batendo forte, do seu riso, do seu toque.
Da ida na areia da praia, dos almoços no shopping, do jantar, do pedido de namoro.
Eu passo nos lugares nos quais estivemos juntos e dói demais.
Dói não lembrar de qual foi nosso último beijo. Eu achei que era besteira. Mas dói mesmo.
Aos prantos eu admito que queria mais uma chance, mais uma última tentativa, uma de verdade.
Mesmo com o orgulho ferido e quebrado, mesmo com tudo que aconteceu da última vez.
Eu lembro de tudo.
Das video-chamadas, das ligações longuíssimas, da sua voz ao telefone dizendo maravilhas.
Dos abraços de saudade na chuva, do curativo na perna, das mãos dadas.
Da ida ao médico, dos olhares de amor, das palavras não ditas.
Eu ainda amo você.
Você nunca acreditou. E como poderia? Você nunca deixou eu te amar. Você nunca se permitiu me amar. Você. Logo você.
Valente, independente, cheia de atitude e iniciativa.
Uma loirinha medrosa que já sofreu antes, temendo nova dor.
E eu tenho certeza que estaria te fazendo imensamente feliz.
Você não faz idéia do quanto a amo.
Eu lembro de tudo.
Lembro de todos os términos.
Das três vezes que você me dispensou.
Nós não tentamos. Eu só queria uma chance. De verdade, sem medo, sem receio, com o coração aberto.
Uma chance que nunca virá.
Eu amo você.
Mas não queria amar.
Eu poderia.
Eu iria.
Mas nós não vamos ter amor.
Eu achei que falar contigo ia deixar as coisas mais fáceis. Porém era mais fácil quando eu pensava que você me odiava.
E o pior: eu lembro de tudo.
Do primeiro encontro, com cerveja, batata frita e praia. Luar e um esconderijo atrás de um quisque fechado.
Do primeiro beijo, do meu coração batendo forte, do seu riso, do seu toque.
Da ida na areia da praia, dos almoços no shopping, do jantar, do pedido de namoro.
Eu passo nos lugares nos quais estivemos juntos e dói demais.
Dói não lembrar de qual foi nosso último beijo. Eu achei que era besteira. Mas dói mesmo.
Aos prantos eu admito que queria mais uma chance, mais uma última tentativa, uma de verdade.
Mesmo com o orgulho ferido e quebrado, mesmo com tudo que aconteceu da última vez.
Eu lembro de tudo.
Das video-chamadas, das ligações longuíssimas, da sua voz ao telefone dizendo maravilhas.
Dos abraços de saudade na chuva, do curativo na perna, das mãos dadas.
Da ida ao médico, dos olhares de amor, das palavras não ditas.
Eu ainda amo você.
Você nunca acreditou. E como poderia? Você nunca deixou eu te amar. Você nunca se permitiu me amar. Você. Logo você.
Valente, independente, cheia de atitude e iniciativa.
Uma loirinha medrosa que já sofreu antes, temendo nova dor.
E eu tenho certeza que estaria te fazendo imensamente feliz.
Você não faz idéia do quanto a amo.
Eu lembro de tudo.
Lembro de todos os términos.
Das três vezes que você me dispensou.
Nós não tentamos. Eu só queria uma chance. De verdade, sem medo, sem receio, com o coração aberto.
Uma chance que nunca virá.
Eu amo você.
Mas não queria amar.
Eu poderia.
Eu iria.
Mas nós não vamos ter amor.
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