quando tudo há de mudar, nada muda.
o que tem de ser já foi, não mais o é.
tudo que estava, esteve no passado.
passado remoto, passado distante,
passado presente, presente dado, não aceito.
mas e quanto ao amanhã?
oras, o amanhã traz esperança ou desespero?
apresenta-se a perseverança ou amarga a solidão?
a surpresa da boa e velha mesmice...
que cansa, corrói e destrói
a vida e a credulidade
de dias melhores.
arrependimento é uma palavra forte.
dor é uma constante penosa.
o adeus é iminente.
domingo, 11 de agosto de 2013
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